Dra. Cátia Coldebella Médica · CRM-MS 13830 WhatsApp
Dra. Cátia Silvana Coldebella, de jaleco branco, apoiada numa parede clara.

Climatério e menopausa

Você não está exagerando.
O que mudou no seu corpo tem nome.

Os calores que chegam sem hora marcada. As noites em que o sono não vem e o dia seguinte cobra caro. O humor que oscila e assusta você mesma. A palavra que some no meio da frase.

Isso tem nome: climatério. Não é falta de força de vontade, não é frescura, e não é uma fase para atravessar sozinha.

Dra. Cátia Silvana Coldebella Médica · CRM-MS 13830

26 anos dentro da área da saúde
antes de vestir o jaleco de médica

Registro
CRM-MS 13830 Mato Grosso do Sul
Atuação
Climatério, menopausa e terapia de reposição hormonal com atenção à saúde intestinal e metabólica
Formação
Medicina Universidad Pacífico Privada, revalidado pela UFMT
Pós-graduação
Ciências da Longevidade Humana e Medicina Integrativa Grupo Longevidade Saudável, direção científica do Dr. Ítalo Rachid

Entenda

Não é você que mudou.
É o seu corpo numa transição hormonal

Por volta dos 40 e poucos anos, os ovários passam a produzir estrogênio e progesterona de forma irregular. Não é um desligamento de uma hora para outra: é uma oscilação. E é justamente essa gangorra que produz os sintomas.

O estrogênio não age só no útero e nos ovários. Ele tem receptor no cérebro, nos ossos, nos vasos, na pele e nas mucosas. É por isso que a queda mexe ao mesmo tempo com sono, humor, memória, temperatura, densidade óssea e saúde íntima.

Você não está com dez problemas diferentes. Está com um só, que aparece em dez lugares.

  1. Perimenopausa

    a partir dos 40, em média

    Os ciclos ficam irregulares e os sintomas já aparecem, mesmo com menstruação presente. É a fase mais sintomática, e a mais confundida com estresse ou cansaço.

  2. Menopausa

    por volta dos 51 anos

    Não é uma fase, é um marco: a data da última menstruação, confirmada depois de doze meses sem menstruar. Só dá para saber olhando para trás.

  3. Pós-menopausa

    o resto da vida

    Os calores tendem a diminuir com o tempo, mas o cuidado com massa óssea e com o risco cardiovascular passa a ser permanente.

Para quem é

Se você se reconhecer em alguma destas linhas,
a consulta é para você

  • Calores e suores

    Vêm sem aviso, no meio da reunião ou às três da manhã, e deixam você exausta.

  • Sono que não vem

    Você dorme e acorda várias vezes, ou acorda às quatro e não volta mais.

  • Humor em montanha-russa

    Irritação, choro fácil, ansiedade que aperta o peito. Você não se reconhece.

  • Névoa mental

    A palavra some, o nome escapa, a concentração vai embora no meio da tarefa.

  • Ganho de peso

    A balança sobe com a mesma rotina de sempre, e a gordura muda de lugar.

  • Intimidade e libido

    Ressecamento, dor, desejo que sumiu. Assunto que quase ninguém pergunta.

  • Saúde óssea

    A perda de massa óssea acelera no climatério, e é silenciosa até a primeira fratura.

  • Coração

    O risco cardiovascular da mulher muda depois da menopausa, e isso pede prevenção.

Você não precisa ter todos esses sintomas para procurar ajuda, e nem esperar que eles fiquem insuportáveis.

A abordagem

O climatério não acontece
sozinho no seu corpo

A queda hormonal não fica confinada aos ovários. Ela conversa com o intestino, com o metabolismo e com a forma como você dorme, digere e absorve. Investigar o hormônio isolado do resto costuma explicar só metade do que você sente.

  • Eixo hormonal

    Estrogênio, progesterona e o que mais oscila nessa fase. É por onde a investigação começa, e não onde ela termina.

  • Saúde intestinal

    O intestino participa do metabolismo dos hormônios e da absorção do que você come. Quando ele não vai bem, o restante sente junto.

  • Saúde metabólica

    Açúcar, gordura, massa muscular e a forma como o corpo usa energia. É o que muda de comportamento no climatério e o que mais pesa no longo prazo.

Nem toda mulher precisa investigar os três eixos. O que define o caminho é a sua história, e é isso que a consulta procura entender.

Dra. Cátia num corredor amplo e iluminado, apoiada junto às janelas.
Consulta de dez minutos não dá conta de uma fase que dura anos.

Aqui a conversa tem o tempo que precisar ter. É assim que dá para entender o que está acontecendo com você, e não só apagar o sintoma mais barulhento.

Dra. Cátia Silvana Coldebella, de jaleco branco e braços cruzados.

Conheça quem vai cuidar de você

Cheguei à medicina depois de
26 anos dentro da saúde

Passei 26 anos na área da saúde antes de vestir o jaleco como médica. Nesses anos eu vi, de perto, o que acontece quando uma mulher chega ao consultório com queixas que ninguém leva a sério.

Escolhi cuidar da mulher madura exatamente por isso. Uno a maturidade clínica que esses anos me deram à escuta que eu gostaria de ter recebido: sem pressa, sem julgamento e com cada decisão explicada em português.

Depois vim buscar a formação que sustenta esse jeito de olhar: pós-graduação em Ciências da Longevidade Humana e Medicina Integrativa. Não para trocar de assunto, mas para entender que a queda hormonal conversa com o intestino, com o metabolismo e com a forma como você dorme e digere.

Meu foco é transformar a vivência do climatério e da menopausa por uma medicina humanizada, preventiva e fundamentada na ciência.

Dra. Cátia Silvana Coldebella Médica · CRM-MS 13830 · Medicina pela Universidad Pacífico Privada, revalidado pela UFMT Pós-graduação em Ciências da Longevidade Humana e Medicina Integrativa Atuação em climatério, menopausa e terapia de reposição hormonal

Atendimento

Como funciona, do primeiro contato ao acompanhamento

  1. Primeiro

    O contato

    Você manda uma mensagem contando, com as suas palavras, o que está sentindo. Sem formulário e sem triagem.

  2. Depois

    A consulta

    Uma conversa com tempo. História completa, sintomas, rotina, histórico pessoal e familiar. Exames pedidos com critério, quando mudam a conduta.

  3. Então

    O plano

    Conduta individual, explicada passo a passo. Você entende o porquê de cada escolha, inclusive quando a escolha é não medicar.

  4. E segue

    O acompanhamento

    Climatério não se resolve numa consulta só. A gente reavalia, ajusta e conversa sobre o que está funcionando para você.

Mitos e fatos

O que você ouviu sobre reposição hormonal,
e o que se discute hoje

A terapia hormonal atravessou duas décadas de medo depois de um estudo de 2002 cuja leitura foi revista com o tempo. Nada aqui substitui a avaliação individual, mas você merece chegar à consulta com informação melhor do que a do grupo de mensagens.

  • Mito: Reposição hormonal causa câncer.

    Fato: A questão é mais estreita e mais nuançada do que o susto de 2002 sugeriu: pesa o tipo de hormônio, a via de administração, a idade de início e o histórico de cada mulher. Existem contraindicações reais, e é exatamente por isso que a decisão é clínica e individual, nunca automática.

  • Mito: É da idade, é só esperar passar.

    Fato: Climatério não é doença, mas os sintomas são reais e existem caminhos para tratá-los. E parte do que muda nessa fase, como massa óssea e risco cardiovascular, pede acompanhamento mesmo que os calores não te incomodem tanto.

  • Mito: Se os exames deram normais, não é hormonal.

    Fato: A avaliação do climatério é clínica. As dosagens hormonais oscilam bastante nessa fase, e podem vir dentro da referência justamente num dia em que você está mal.

  • Mito: Só quem tem calor precisa procurar.

    Fato: O calor é o sintoma mais visível, não o mais importante. Sono, humor, memória, saúde íntima, osso e coração entram na mesma conversa.

  • Mito: Já passou da hora, comecei tarde demais.

    Fato: O momento de início realmente pesa na decisão, e é uma das coisas que a avaliação leva em conta. Mas isso é assunto de consulta, não algo para você decidir sozinha que já passou.

  • Mito: Hormônio é tudo igual.

    Fato: Existem esquemas diferentes, vias diferentes e também caminhos não hormonais. Em muitos casos o caminho não hormonal é a melhor escolha, e ele faz parte da mesma conversa.

Dúvidas frequentes

O que as mulheres mais perguntam

A reposição hormonal serve para todas as mulheres?

Não, e desconfie de quem disser que sim. A terapia de reposição hormonal é uma conduta individual e tem contraindicações: histórico de câncer de mama, eventos trombóticos, doença hepática ativa e sangramento uterino sem causa esclarecida estão entre elas.

A decisão passa por avaliação clínica, histórico pessoal e familiar e, quando necessário, exames. Existem também caminhos não hormonais, e em muitos casos eles são a melhor escolha. O que define é a sua história, não a moda do momento.

Meus exames deram normais, mas eu não estou bem. Faz sentido consultar?

Faz. Exame dentro da referência não significa que você está bem. Boa parte da avaliação do climatério é clínica: vem da sua história e dos seus sintomas, não de um número isolado no papel.

Preciso já estar na menopausa para procurar ajuda?

Não. O climatério começa anos antes da última menstruação, e é justamente nessa transição que os sintomas costumam aparecer com mais força. Procurar cedo costuma tornar a travessia mais tranquila.

Em quanto tempo eu vou melhorar?

Isso varia de mulher para mulher e depende do que está por trás dos sintomas, por isso nenhum médico honesto promete prazo. O que eu combino com você é acompanhamento: reavaliar, ajustar e conversar sobre o que está funcionando.

O que entra na consulta além dos calores?

Sono, humor, memória e concentração, peso e metabolismo, saúde íntima e libido, saúde óssea e risco cardiovascular. O climatério mexe com o corpo inteiro, e a consulta acompanha esse conjunto.

Preciso levar exames na primeira consulta?

Se você já tem exames recentes, leve. Se não tem, não se preocupe: a primeira consulta é a conversa, e o que for necessário é pedido depois, com critério.

Você não precisa esperar passar

Se você chegou até aqui, provavelmente já adiou essa conversa mais de uma vez. Mande uma mensagem contando o que está sentindo. A partir daí a gente combina a consulta.

cscbella@gmail.com MCO Consultórios · Mato Grosso do Sul